Bem vindo ao blog não-oficial do maior clube do concelho de Cascais,o GRUPO DESPORTIVO ESTORIL PRAIA! Desde 17 de Maio de 1939...POR AMOR A UM CLUBE E A UMA REGIÃO... E-mail do blog: vozestorilista@sapo.pt
Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Histórias de um clube enorme - Iraque Malik

O futebol português nunca incentivou pontos de contacto com o Iraque. Aliás, resume-se a dois casos o intercâmbio de cultura futebolística. Samir Shaker é o actual treinador de guarda-redes do Benfica e Malik Hassan Karin, avançado, teve uma passagem meteórica por Portugal.

O primeiro trouxe currículo. Passou por Portugal em 1986, quando era guarda-redes da selecção iraquiana, num estágio de preparação para o Mundial do México. Trabalhou com Nelo Vingada no Al-Ain, clube dos Emirados Árabes Unidos, e reencontrou-o no Marítimo. No início da época 2001/02 trocou a Madeira pelo Benfica, pela mão de António Simões, que o conhecia bem.

Malik foi internacional júnior e jogava no clube da Força Aérea. Aos 20 anos, resolveu tentar a sorte na Europa. Após muitos contratos mensais nos regionais de França, ganhou estabilidade no Versailles, antes de rumar a Portugal. Treinou-se no D. Chaves mas não ficou. No Montalegre (III Divisão), marcou 20 golos em 30 jogos e chamou a atenção do Estoril, para onde se mudou em 1999/00. Jogou pouco sob as ordens de Rui Águas e, terminada a época, voltou a França. Ainda é o único iraquiano em clubes portugueses.

 

Fonte: http://www.record.xl.pt/arquivo/interior.aspx?content_id=150817



publicado por gdestorilpraia às 17:17
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011
CBN entrevista Vinícius Eutrópio

Vinícius Eutrópio foi um dos convidados da CBN para integrar uma reportagem relacionada com escassez de treinadores brasileiros na Europa, ao contrário do que acontece com futebolistas oriundos de terras de Vera Cruz.

O treinador do Estoril argumenta que em Portugal se dá «prioridade ao treinador da terra», e à formação dos técnicos, numa peça em que participam, também, jogadores como Deivid, ex-Sporting, e Daniel Carvalho, que regressou ao Brasil para actuar no Atlético de Mineiro.

Existe, também, referência a personalidades que passaram no futebol português, como Luiz Felipe Scolari, Otto Glória, Paulo Autuori, Abel Braga e Ricardo Gomes, embora neste último caso como atleta do Benfica.

Clique aqui para ouvir o áudio da reportagem.



publicado por gdestorilpraia às 04:44
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2011
Basquetebol - Iniciados com vitória épica em Torres Vedras!

Apesar de “discreta”, a passagem pelo XVI Torneio Nacional Sub 14 Masculinos, marcada por alguma “timidez” e óbvias fragilidades, os canarinhos retiraram desse titânico desafio importantes ensinamentos, mas também força anímica e até a audácia que distingue os campeões.
A formação estorilista não esmoreceu, perdeu jogos, mas ganhou experiências estando, agora, a dar cartas, ou melhor, a assegurar interessantes, e em certos casos surpreendentes, resultados no Torneio de Encerramento Sub-14/Sub-16 Masculinos.
Nove equipas disputam esta prova sendo que, ao fim da terceira jornada, segundo dados disponibilizados pela Associação de Basquetebol de Lisboa, o Estoril Praia, ocupava um honroso segundo lugar em igualdade pontual com o Estoril Basket, que comanda a tabela classificativa.
A performance da equipa no torneio merece, assim, destaque. Cumprida a quarta jornada, o Estoril conta com uma derrota em Algés (73-38), mas pode orgulhar-se de três expressivas vitórias frente ao Maria Pia (58-30), mas sobretudo nas contendas com o Atlético (116-15) e com o Física de Torres Vedras (147-21).
Após uma interrupção, ditada pelas férias escolares, os confrontos recomeçam no final deste mês de Abril. O próximo confronto dos estorilistas, a contar a 5.ª e última jornada, está agendado para o dia 1.º de Maio, esperando-se que o jogo com o Vilafranquense não dê muito trabalho aos jovens estorilistas.
Nos últimos meses, estes “miúdos” ganharam “maturidade” desportiva, na verdade conseguiram articular a teoria debitada nos treinos com a prática no rectângulo em dia jogo. Hoje podem orgulhar-se, mercê de alguns percalços, da equipa que integram, tendo em conta que cada um dos atletas tem uma missão numa bem engendrada estratégia de grupo.
Temos equipa!
Nas próximas semanas, os basquetebolistas vão poder preparar-se para o embate que terá lugar no pavilhão 2 dos Salesianos, no dia 1 de Maio, às 15h.. O Estoril recebe a formação de Vila Franca de Xira e espera, na ocasião, poder contar com o apoio dos adeptos canarinhos, dos atletas do clube e está claro dos já muitos seguidores deste blogue.
Força pessoal!"



publicado por gdestorilpraia às 18:09
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Carlos Queiroz assina até 2014

O antigo seleccionador nacional de Portugal assinou com a federação iraniana até 2014, assumindo um novo projecto na sua carreira depois de toda a polémica envolvendo a sua saída do comando da selecção nacional. O próprio Carlos Queiroz já confirmou o acordo à Agência Lusa.

Na primeira pessoa, Queiroz afirmou: "Formalmente, estão ultrapassadas praticamente todas as questões que me ligarão, nos próximos três anos e meio, à selecção do Irão", revelando ambição nesta nova aventura profissional: "Tem bons jogadores, recursos, paixão e vontade de estar no mundial do Brasil, o que coincide com os meus objectivos".

O grande objectivo de Carlos Queiroz é qualificar a selecção iraniana para o Mundial 2014, que decorrerá no Brasil. O interesse do Irão era já algo que vinha sendo vinculado na comunicação social, mas o técnico português apenas pôde confirmar o novo contrato após
a anulação da suspensão de 6 meses imposta pela ADoP.

 

O antigo técnico do Estoril Praia, a ser reconhecido no mundo do futebol!



publicado por gdestorilpraia às 12:44
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Domingo, 3 de Abril de 2011
Garza continua a ganhar na CONCACAF
  • Rowe’s Second and Third Goals of the Tournament Pace U.S. Offense
  • U.S. Defense Picks Up Second Straight Shutout
  • U.S. Will Face Guatemala in Quarterfinals on Wednesday, April 6, with a Berth to FIFA U-20 World Cup at Stake

GUATEMALA CITY, Guatemala (April 2, 2011) – With a 2-0 victory against Panama, the U.S. Under-20 Men’s National Team finished in first place in Group B of the CONCACAF U-20 Championship and earned a spot in the quarterfinals.  Kelyn Rowe’s brace, his second and third goals of the tournament, was enough to lift the U.S. past a Panama side that had also qualified for the knock-out stage before tonight’s game.

The U.S. will now face Guatemala, second-place finishers in Group A, in the all-important quarterfinal match that will send one team to the FIFA U-20 World Cup in Colombia. That quarterfinal match can be seen live on ESPN Deportes or ESPN3.com on Wednesday, April 6, at 8 p.m. local time (10 p.m. ET). The U.S. will be looking to qualify for its ninth-straight FIFA U-20 World Cup, and 13th overall. Guatemala, who lost 2-1 to Honduras this evening, will be looking for its first trip to the event.

Panama will play Group A winner Honduras on Wednesday night at 6 p.m. local time (8 p.m. ET).

“Going into this tournament our most important goal was to get to the third game,” said U.S. Under-20 MNT head coach Thomas Rongen. “That was accomplished after Panama beat Suriname, but we still wanted to use this game to play well and get a result, which we did. We accomplished a lot today as far as finding out a lot about some of our players, some chemistry. I liked some of it and I didn’t like some of it. Going forward I think we have a pretty good idea of what our best 11 is and what our substitution pattern needs to be, which guys are sharp. We are where we wanted to be. We have two wins and we’re ready to play our third and most important game.”

Rongen made three changes to his lineup from the team that topped Suriname on March 29, inserting Sebastien Ibeagha for Amobi Okugo, Eder Arreola for Joe Gyau and sliding Perry Kitchen into midfield.

The first sustained attack for the U.S. came in just the ninth minute. Sebastian Lletget played the ball to Kitchen, who then found Rowe. On the dribble, Rowe slipped the ball to his left for Arreola, but Panama goalkeeper Kevin Melgar did well to come off his line and force Arreola to chip the ball wide.

The U.S. got on the board just four minutes later. Arreola started the attack with a nice back-heel pass along the sideline for Greg Garza on the left wing. Garza crossed the ball perfectly to the far post where Rowe fired a half volley into the side netting for the game’s first goal.

Panama put together a quick attack – perhaps their most dangerous of the game – when Jairo Jimenez got around Garza and down the touchline in the 15th minute.  Jimenez looked up and played a ball across for Javier Caicedo, but his shot went right to goalkeeper Zac MacMath.

Five minutes after his first goal, Rowe’s second of the game doubled the U.S. lead. The impressive U.S. build-up began with Arreola passing the near the top of the penalty area where Conor Doyle and Rowe both dummied the ball to allow it through for Lletget. The midfielder flicked the ball ahead for Rowe who had darted into the box. On his first touch, Rowe flicked the ball with the outside of his foot over the sliding Melgar and into the net to make it 2-0.

Just before halftime Panama nearly pulled one back. A poor clearance inside the U.S. box put the ball right on the foot of Gabriel Avila, who had just entered the game. Avila hit a shot with his first touch but could only manage to steer it to the wrong side of the far post.

In the 51st minute, Avila touched the ball around Gale Agbossoumonde to get inside the penalty box. He did well to get a good shot off from a difficult angle, but MacMath was up to the task, tipping the ball over the net for a corner.

Just three minutes later, Panama once again put the U.S. defense on their heels. Josimar Gomez pounced on a turnover from the U.S. back line and split the two central defenders, but as he moved into the area he couldn’t keep the ball close and MacMath alertly pounced on it to smother the chance.  

The last opportunity of the game for the U.S. came in the 75th minute when Omar Salgado dribbled the ball down the center of the field. He got around the last defender, but was not able to create much space. He took his shot while sliding, and it ended up in Melgar’s arms.

The U.S. played the last seven minutes with only 10 men as Arreola pulled up clutching his hamstring during a run and had to come off after the U.S. had used all three substitutes.

The FIFA U-20 World Cup will be played in eight cities across Colombia – Armenia, Bogota, Cali, Cartagena, Manizales, Medellin and Periera – from July 29 – Aug. 20. The four representatives from CONCACAF will join the 15 teams that have already qualified for the 24-team field: Australia, Korea DPR, Korea Republic and Saudi Arabia from Asia, Austria, Croatia, England, France, Portugal and Spain from Europe, Argentina, Brazil, Ecuador and Uruguay from South America and host Colombia.

-- U.S. U-20 Men’s National Team Game Report --

Match: U.S. U-20 MNT vs. Panama
Date: April 2, 2011
Competition: CONCACAF Under-20 Championship
Venue: Estadio Nacional Mateo Flores – Guatemala City, Guatemala
Kickoff: 4 p.m. local (6 p.m. ET)
Attendance: TBD
Weather: 75 degrees, sunny

Scoring Summary:  1     2     F
USA                         2     0     2
PAN                         0     0     0

Scoring:
USA – Kelyn Rowe (Greg Garza) 13th minute
USA – Kelyn Rowe (Sebastian Lletget) 18

Lineups:
USA: 1-Zac MacMath; 13-Greg Garza, 2-Gale Agbossoumonde, 8-Sebastien Ibeagha, 3-Zarek Valentin; 5-Perry Kitchen (capt.), 8-Sebastian Lletget (16-Moises Orozco, 66), 10-Kelyn Rowe (4-Moises Hernandez, 77); 20-Eder Arreola, 9-Conor Doyle, 11-Bobby Wood (17-Omar Salgado, 36)
Subs not used: 18-Cody Cropper , 12-Sacir Hot, 14-Amobi Okugo, 15-Korey Veeder
Subs not available: 6-Dillon Powers, 7-Joe Gyau
Head Coach: Thomas Rongen

PAN: 1-Kevin Melgar; 4-Josue Flores, 7-Jairo Jimenez, 10-Josimar Gomez, 11-Javier Caicedo (17 – Gabriel Avila 34‘), 13-Oscar Linton (8 – Paul Cordero 33‘), 14-Jose Pimentel (capt.) (3 – Harold Cummings 60), 15-Roberto Chen, 16-Rolando Botello, 19-Algish Dixon, 20-Jose Diego Alvarez
Subs not used: 2-Edward Benitez, 5-Manuel Vargas, 9-Cecilio Waterman, 12-Adnihell Ariano
Subs not available: 6-Francisco Vence, 18-Eric Davis
Head Coach: Alfredo Poyatos

Stats Summary: USA / PAN
Shots: 7 / 9
Shots on Goal: 2 / 4
Saves: 4 / 0
Corner Kicks: 4 / 5
Fouls: 17 / 13
Offside: 1 / 5

Misconduct Summary:
PAN – Jairo Jiminez (caution) 26th minute
PAN – Harold Cummings (caution) 67

Officials:
Referee: Marco Brea (CUB)
Assistant Referee 1: Daniel Alke (BLZ)
Assistant Referee 2: Osvaldo Luna (CRC)
Fourth Official: Jeffrey Solis (CRC)

ussoccer.com Man of the Match: Conor Doyle



publicado por gdestorilpraia às 14:34
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Sábado, 2 de Abril de 2011
Rui Almeida - Record
Aurélio de macedo
RECORD - Como se lembrou a federação de um país longínquo como a Síria de contratar um treinador praticamente desconhecido em Portugal para liderar o projeto olímpico?
RUI ALMEIDA - A pessoa que me representa apresentou uma série de candidatos e acabei por ser selecionado. A decisão de ir para a Síria foi claramente uma oportunidade, tendo em conta aquilo que queria para a minha carreira, após quase 10 anos como adjunto nas ligas profissionais. Tinha chegado o momento de assumir uma equipa e acho que tomei uma boa decisão.
R - Boa porquê?
RA - Porque naquele momento, há quase 6 meses, não teria aquela oportunidade em Portugal, temos de ser realistas. E depois de um início complicado, com dificuldades estruturais e organizacionais, com a adaptação a uma nova cultura e a uma nova sociedade, estou perfeitamente integrado. Os factos conseguem expressar melhor isso, pois passados três meses fui convidada para a seleção principal, para representar o país na Taça da Ásia. Alguma coisa demonstrei, senão eles não fariam o convite.
R - Informou-se antes de ir?
RA - Claro. Falei, acima de tudo, com o Peseiro, sobre o futebol, os jogadores e a realidade que ia encontrar. E foi muito bom, pois preparou-me para uma série de coisas. Nas questões sociais recorri a um primo, que foi cônsul no Egito, e que me preparou para a outra vertente. Ia muito bem identificado, mas depois é chegar, sem falar a língua, e adaptar-me a uma série de questões. No futebol, por exemplo, foi preciso conhecer os jogadores das 16 equipas profissionais, ver muitos jogos, ao vivo e em DVD. Aliás, nos primeiros dois meses passei quase 24 horas por dia a ver jogos, para ter um conhecimento profundo da realidade síria no contexto mundial.
R - E como é essa realidade?
RA - Tive uma agradável surpresa com os jogadores, gostam de aprender e são muito fortes. Agora têm de evoluir, porque têm uma carência de conhecimento do jogo que vem desde a formação. Depois, há dificuldades estruturais e organizacionais, mas é também por essa razão que eles contratam treinadores europeus e não da região do Golfo. Esperam algo diferenciador, em termos de organização, planeamento e profissionalismo. E vejo o convite para treinar a seleção principal, passados dois meses, como uma resposta positiva à minha capacidade e profissionalismo.
R - E o que o levou a recusar?
RA - Apenas solicitei duas coisas: isenção nas escolhas de jogadores e continuação do trabalho que iria desenvolver na Taça da Ásia. Queriam uma solução imediata, mas não acredito em soluções rápidas e recusei.
R - Isso criou algum mal-estar?
RA - Sim, claro. Feriu-lhes o orgulho. Os árabes são pessoas de personalidade forte e, naturalmente, não foi uma coisa simples. Mas tinha de defender aquilo que achava que era melhor para mim, explicando as razões. Depois da participação na Taça da Ásia, deram-me razão.
R - A oportunidade de chegar à seleção principal gorou-se, já que contrataram o francês Claude Le Roy?
RA - Optaram por uma pessoa mais experiente, que já trabalhou em África. Vai certamente fortalecer a estrutura da federação. Estou disponível para ajudar. No fundo, para além do objetivo de conseguir a qualificação para os Jogos Olímpicos de 2012, estou também a preparar o caminho para a renovação da seleção principal.
R - Existe algum sírio com valor para jogar em Portugal?
RA - Dificilmente passariam para este lado, pois, na região, existem países com grande capacidade financeira, mas em termos de valor sim. Não estamos a falar do topo do futebol português, mas teriam claramente lugar numa equipa da 1.ª Liga.
R - A aposta em jovens treinadores portugueses pode explicar-se também pelo sucesso de Mourinho. Parece que todos procuram uma "cópia"...
RA - Nunca fui adjunto de Mourinho, portanto não estou protegido por esse nome. Mas também podemos olhar para o exemplo do André [Villas-Boas]. Não tinha currículo, nunca tinha treinado e, de repente, assume uma das melhores equipas portuguesas, senão a melhor, e tem uma resposta que ninguém pode contestar. Ou seja, os resultados dizem o oposto ao que a opinião fundamentava. Agora, é assim para todos? Se calhar não é. Tal como não é o oposto. Nem todos os que têm um passado muito grande também conseguem obter resultados. Não treinamos com o currículo na mão. É aquilo que fazemos no campo e os resultados que apresentamos que são mais importantes. E foi isso que me levou a agarrar esta oportunidade com as duas mãos e felizmente tenho tido resultados e algum reconhecimento local, o que é fantástico para mim.
R - E esse reconhecimento local já está a ter repercussão em Portugal?
RA - Não tenho tido muito esse "feedback". Mas, como muitos outros, gostava de regressar. Até porque o meu passado, a minha experiência foi no futebol português. Tenho confiança em mim, dedicação, uma paixão enorme pelo jogo e espero atingir o topo, que é treinar um grande. E tenho claro que será por etapas, mostrando resultados. Não me vão entregar nada.
n
RUI Miguel Garcia Lopes de ALMEIDA
Idade: 41 anos, 29/09/1969, Lisboa
Clubes: Benfica (camadas jovens), Atlético, Estoril e Trofense (sempre como adjunto) e Seleção Olímpica da Síria
Situação contratual: até setembro de 2011
R - Muitos países da região passam por uma instabilidade social. Como está a situação na Síria?
RA - Viajámos dia 23 para Omã e os protestos e algumas mortes aconteceram no dia seguinte. Amanhã [hoje] vamos para a Jordânia, onde jogamos dia 29. O ambiente entre os jogadores é calmo, o que me leva a pensar que pode não ser tão grave como dizem. É óbvio que algo está a acontecer e existe alguma preocupação dos jogadores, pois todos têm lá família, mas ainda não há situações de stress. Vou tentar contactar o consulado e saber o que sugerem que faça.
R - Admite, portanto, regressar?
RA - Claro. Tal como aconteceu com o Manuel José, que teve de deixar o Egito, e outros. Nestes casos não há muito a fazer. Mas neste momento há pouca informação.
R - Satisfeito como empate em Omã?
RA - Desportivamente foi bom, depois das dificuldades em ter o grupo completo.
R - Identifica-se com Jorge Jesus ou com André Villas-Boas?
RA - Pelo passado, com o André. Mas ambos são treinadores de topo, com personalidades e passados diferentes. Mas o que interessa são os resultados que apresentamos quando temos uma oportunidade. O Jorge já mostrou e o André está a mostrar.
R - E quais são as suas referências?
RA - Trabalhei com muita gente, mas as referências são mais de dedicação e profissionalismo. Desde o máximo, o Mourinho, passando pelo André, pelo Zé [Peseiro], pelo Nelo [Vingada], até ao Rui [Vitória]. Todos eles têm um traço de competência, de dedicação, de paixão pelo futebol. É isso que separa uns e outros.
[Antes de ir] Falei com o Peseiro sobre o futebol, os jogadores e a realidade que ia encontrar. Preparou-me para uma série de coisas
Tenho confiança em mim e espero atingir o topo, que é treinar um grande. E tenho claro que será por etapas, mostrando resultados
Passou de adjunto na 2.ª Liga nacional a técnico da seleção olímpica da Síria e, sete meses depois, já garantiu o reconhecimento da federação
Existe preocupação dos jogadores, pois todos têm lá família, mas ainda não há situações de stress


publicado por gdestorilpraia às 13:11
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