Bem vindo ao blog não-oficial do maior clube do concelho de Cascais,o GRUPO DESPORTIVO ESTORIL PRAIA! Desde 17 de Maio de 1939...POR AMOR A UM CLUBE E A UMA REGIÃO... E-mail do blog: vozestorilista@sapo.pt
Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
Basquetebol: Novo Blog

Eis o novo blog sobre a equipa de Iniciados de Basquetebol do Grupo Desportivo Estoril Praia, que brilhantemente disputa o Campeonato Nacional respectivo! Força ESTORIL

 

http://www.estorilpraiabasketball.blogspot.com/

 



publicado por gdestorilpraia às 16:37
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Juvenis - 2ª Fase Sorteada

2ª fase sorteada

Terça-Feira , 18 Janeiro 2011


A segunda fase do Campeonato Nacional de Juniores “B” (Juvenis), que arranca a 30 de Janeiro, foi sorteada esta terça-feira, pelas 16h00, na Sede da Federação Portuguesa de Futebol.

Eis o resultado do sorteio:
ZONA 1
1- Padroense FC
2- 4ª Classificado Séries A/B*
3- SC Braga
4-CD Feirense
*- Jogos a realizar entre Varzim e Académica de Coimbra nos dias 16 e 22 de Janeiro de 2011.

ZONA 2
1- FC Porto
2- Fayal SC
3- FC Vizela
4- Vitória SC de Guimarães

ZONA 3
1- CD Nacional
2- AD Oeiras
3- FC Barreirense
4- SL Benfica

ZONA 4
1- Sporting CP
2- União de Leiria
3- GD Estoril-Praia
4- 4º Classificado Séries C/D*
*-Jogos a realizar entre “Os Belenenses” e Vitória FC de Setúbal no dias 16 e 22 de Janeiro de 2011.

Tabela:
1ª Jornada | 30 de Janeiro de 2011: 2-1; 3-4.
2ª Jornada | 06 de Fevereiro de 2011: 1-3; 4-2.
3ª Jornada | 13 de Fevereiro de 2011: 4-1; 3-2.
4ª Jornada | 20 de Fevereiro de 2011: 1-2; 4-3.
5ª Jornada | 06 de Março de 2011: 3-1; 2-4.
6ª Jornada | 13 de Março de 2011: 1-4; 2-3.


publicado por gdestorilpraia às 14:29
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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011
Grandes Glórias GDEP - Através de outros sites - Marinho Mateus

Iniciamos biografias de grandes nomes do desporto e sociedade portuguesa com ligação ao GDEP, através da busca noutros sites desportivos, que nos possam ajudar a conhecer melhor os grandes nomes que fazem parte da história do nosso clube. Começemos por:

 

Marinho Mateus

 

Marinho Mateus

De Wiki Fórum SCP, a enciclopédia do Sporting Clube de Portugal

Dados de Marinho Mateus
Nome Mário da Silva Mateus
Data de nascimento 3 de Setembro de 1943
Naturalidade Lisboa - Portugal
Posição Extremo direito
Escalão Época Clube Jogos Golos Titulos   Internacionalizações
JUV JUN ESP BB AA Golos
Juniores 1961/62 Atlético                    
1ª Divisão 1962/63 Atlético                    
2ª Divisão 1963/64 Atlético                    
2ª Divisão 1964/65 Atlético                    
2ª Divisão 1965/66 Atlético                    
1ª Divisão 1966/67 Atlético                    
1ª Divisão 1967/68 SPORTING 34 10                
1ª Divisão 1968/69 SPORTING 34 7                
1ª Divisão 1969/70 SPORTING 39 19 Campeonato Nacional           1  
1ª Divisão 1970/71 SPORTING 37 9 Taça de Portugal              
1ª Divisão 1971/72 SPORTING 27 4                
1ª Divisão 1972/73 SPORTING 28 3 Taça de Portugal              
1ª Divisão 1973/74 SPORTING 42 14 Campeonato Nacional
Taça de Portugal
             
1ª Divisão 1974/75 SPORTING 26 5             3 1
1ª Divisão 1975/76 SPORTING 30 7             1  
1ª Divisão 1976/77 SPORTING 24 8                
1ª Divisão 1977/78 Marítimo                    
1ª Divisão 1978/79 Estoril                    
1ª Divisão 1979/80 Estoril                    
Total = 321 86         1   5 1
Escalão Época Clube Obs. Jogos V E D Titulos
1ª Divisão 1980/81 SPORTING Adjunto          
1ª Divisão 1981/82 SPORTING Adjunto         Campeonato Nacional
Taça de Portugal
Juniores 1982/83 SPORTING           Campeonato Nacional
1ª Divisão 1983/84 SPORTING Adjunto 2 1 1 0  
Selecção A 1984/85 FPF Adjunto          
Selecção A 1985/86 FPF Adjunto          
1ª Divisão 1986/87 SPORTING   3 1 2 0  
  1987/88              
  1988/89              
  1989/90              
2ª B 1990/91 Atlético            
Total =   5 2 3 0  

Marinho foi um extremo à moda antiga, cuja principal qualidade era a sua velocidade, mas também era um bom finalizador, conforme o demonstram os mais de 100 golos que marcou ao longo da sua carreira.

Começou a jogar no Atlético aos 15 anos na categoria de aspirantes, e em 1961 passou para os juniores, mas pouco tempo depois já estava na equipa principal, que ajudou a subir à 1ª Divisão, jogando ao lado do veterano Matateu.

Uma época na divisão principal do futebol português, foi o suficiente para despertar o interesse dos grandes clubes portugueses, com o Sporting a ganhar a corrida.

 Preparando-se para arrancar
Preparando-se para arrancar

Em Alvalade ganhou imediatamente um lugar na equipa de Fernando Caiado, mas foi com Fernando Vaz que fez a sua melhor época em 1969/70, contribuindo com 14 golos para a conquista do seu primeiro titulo de Campeão Nacional, numa temporada em que marcou por 19 vezes, estreando-se então na Selecção Nacional, em Berna frente à Suíça, num jogo que terminou empatado a um golo. No entanto essa chamada não teria continuidade, e Marinho conta apenas com 5 internacionalizações e um golo marcado pela Selecção portuguesa, sendo apenas mais um dos muitos jogadores do Sporting dessa altura, que se podem queixar das injustiças dos seleccionadores da época.

No Sporting ganharia ainda mais um Campeonato e três Taças de Portugal, com destaque para a "dobradinha" da época de 1973/74, quando formou uma inesquecível linha avançada com Dinis e Yazalde, que nessa temporada marcou 50 golos, muitos dos quais resultantes dos desequilíbrios provocados pela velocidade de Marinho.

Após dez anos de Leão ao peito e já com 33 anos, transferiu-se para o Marítimo da Madeira, seguindo-se duas épocas no Estoril, onde terminou a sua longa carreira, só possível graças ao seu grande profissionalismo.

Regressou então a Alvalade onde foi treinador adjunto de várias equipas técnicas do Sporting, e nessa condição sagrou-se Campeão Nacional e ganhou a Taça de Portugal de 1981/82 com Malcolm Allison.

Foi também Campeão Nacional enquanto treinador dos juniores na temporada de 1982/83.

Entre 1984 e 1986, fez parte da equipa técnica da Selecção Nacional liderada por José Torres, com quem tinha trabalhado no Estoril, ajudando assim Portugal a qualificar-se para o Mundial do México.

Em Janeiro de 1987, regressou ao Sporting para assegurar a transição entre Manuel José e Keith Burkinshaw, dirigindo a equipa em três jogos. O mesmo já tinha acontecido em Maio de 1984, quando orientou a equipa nas duas últimas jornadas do Campeonato, após o despedimento de Josef Venglos.

Posteriormente voltou ao Atlético enquanto treinador, quando este clube se tornou satélite do Sporting.

 

Fonte:

http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=Marinho_Mateus

 

 

 

 



publicado por gdestorilpraia às 20:10
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
Jardel na Luz

O defesa central jogou todos os minutos possíveis na primeira Liga.

Jardel chegou esta temporada a Olhão vindo do Estoril Praia. As qualidades que lhe valeram o salto para a primeira Liga depressa foram, de imediato, valorizadas por Daúto Faquirá.

O defesa central assumiu-se como titular na primeira jornada e não mais largou o lugar.

Jardel conta com 1350 minutos jogados, ou seja, participou em todos os encontros das 15 primeiras jornadas do campeonato.

O bom início de época que fez no clube algarvio, não passou despercebido ao Benfica que decidiu avançar para a sua contratação.

Depois de representar Estoril e Olhanense, em Portugal, Jardel tem, aos 24 anos, o maior desafio da sua carreira: jogar pelo Benfica.

 

Mais um excelente jogador que o GD Estoril Praia lançou no futebol português.



publicado por gdestorilpraia às 17:00
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Juvenis - Campeões da Série D do Nacional - Classificação!

 

Pos.EquipaPJVEDGMGS  
1 Estoril Praia 52 22 16 4 2 64 21 Jogos
2 Oeiras 48 22 15 3 4 41 20 Jogos
3 Barreirense 47 22 15 2 5 46 25 Subiu 1 posições Jogos
4 V.Setúbal 45 22 14 3 5 45 16 Subiu 1 posições Jogos
5 Amora FC 40 22 11 7 4 31 14 Desceu 2 posições Jogos
6 Casa Pia 32 22 9 5 8 41 32 Jogos
7 Imortal 30 22 8 6 8 39 25 Jogos
8 Louletano 25 22 6 7 9 30 36 Jogos
9 CO Montijo 25 22 7 4 11 30 41 Jogos
10 Lusit. Évora 17 22 4 5 13 17 41 Jogos
11 Estrela FC V. Novas 5 22 1 2 19 19 79 Jogos
12 Despertar SC 4 22 0 4 18 15 68 Jogos

Fonte : http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=15612

 

Mais uma x um grande sucesso do nosso futebol de formação!



publicado por gdestorilpraia às 16:54
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Entrevista a Jonah Callenbach

Jonah Callenbach é considerado um dos mais promissores jogadores portugueses de basquetebol. Descendente de holandeses, este jovem jogador da Geração de '93 começou a jogar basquetebol no Estoril. As suas exibições conduziram-no à Selecção Distrital de Lisboa, e foi ao serviço da AB Lisboa que Jonah chamou a atenção de olheiros que o levaram a prestar provas no país vizinho. Depois disso, o jovem nascido em Lisboa escolheu o Fuenlabrada para prosseguir a sua carreira desportiva, e esta é já a sua terceira temporada ao serviço do clube de Madrid. Presença assídua nas selecções nacionais, Jonah Callenbach foi o representantes português no Basketball Without Borders que decorreu em Barcelona, dividindo o campo com os melhores jogadores europeus da sua geração.

A evolução tem sido uma constante na carreira desta jovem promessa do basquetebol português, que aqui dá a conhecer o seu dia-a-dia e as suas ambições.

 

Vais na 3ª época no Fuenlabrada. Sentes-te completamente adaptado à escola, basket e vida social?
Sim completamente, a verdade é que adaptei-me com facilidade desde o início. Mas depois de dois anos completos em Espanha e no clube, já me sinto muito à vontade, os treinadores e jogadores já me conhecem muito bem e sabem o que esperar de mim. Quanto à escola, já não tenho dificuldades com a língua, então tudo se resume ao trabalho como a qualquer outro aluno, eu tento consolidar os estudos com o basket. Estudo nas horas que tenho livres entre treinos e no dia que eu tenho livre. Já me aconteceu em várias ocasiões começar a estudar à meia-noite por voltar tarde do treino.
E por último, quanto à minha vida social, já tenho grupos de muito bons amigos (um com gente da minha turma e um grupo de jogadores da minha equipa). Durante a semana, fora das horas lectivas não costumo estar com amigos, é o tempo para treinar, estudar ou então descansar. No fim de semana muitas vezes janto fora com a equipa.

Entre treinos individuais, colectivos, musculação, etc., quanto tempo dedicas ao basket por semana?
Dedicado exclusivamente ao basket são 16 - 17,5 horas por semana: dois treinos individuais de 1,5h e um de 1h; três treinos físicos de 1,5h; 4 treinos de equipa de 1,5h e depois um ou dois treinos com a equipa EBA. Mas nunca é só chegar ao pavilhão e treinar, eu costumo chegar 15-30 minutos antes do treino para aquecer bem e fico 15 minutos depois para alongar. E também as viagens para o treino e depois para casa, que ao todo são 50 minutos.

O trabalho tem estado a dar frutos?
Sim, tem estado a dar frutos. Nunca me senti tão confiante com a bola como me sinto agora, isso é pelos treinos individuais que faço. Tenho dois treinadores muito bons uma hora e meia (45min laçamentos; 45min técnica individual) só para mim ou então para outro companheiro também. Passam o treino inteiro a corrigir pequenos detalhes e não deixam escapar nada.

Se pudesses voltar atrás, escolhias novamente o Fuenlabrada para seguir a tua carreira?
Para ser sincero, iria exisitir o mesmo problema de há dois anos: Cajasol, Estudiantes ou Fuenlabrada? Naquela altura o Estudiantes estava fora de questão, estavam com problemas financeiros muito grandes e havia muita incerteza no futuro do clube. Então era mais Cajasol ou Fuenlabrada. Tive muitas dificuldades em escolher qual... Não sei se seria possivel errar numa escolha daquelas, são duas equipas muito fortes que trabalham muito bem.

Para já a época está a correr bem (10v-0d)! Sentes que a equipa tem capacidade para bater o Estudiantes e Real Madrid nesta próxima fase?
Eu não sei como estão essas equipas, não as vi jogar ainda este ano. Em princípio o Real Madrid tem uma equipa muito forte e muito bem treinada como costuma ter e o Estudiantes também. Eu vejo a minha equipa capaz de competir com elas e depois logo se ve se é possivel ganhar ou não. Estou confiante que possamos fazer boa figura ante essas equipas.

Esta temporada vais jogar só em Juniores, ou também poderás ter minutos na Liga EBA?
Tem tudo a ver se a minha transferencia for paga ou não. Quando um jogador vem de outro país tem que pagar uma suma de dinheiro à FIBA, este dinheiro ainda não foi pago e por isso não posso jogar em nenhuma liga profissional - a EBA já é considerada profissional. Não foi pago antes, porque eu era Cadete e não ia jogar na EBA, não havia necessidade, mas agora o clube encontra-se com problemas financeiros devido à crise e não tem dinheiro para pagá-la. As coisas vão melhorando, então estou confiante de que cheguemos a um acordo para pagar o "transfer" e assim poderei jogar na EBA. Eu treino com eles, como mencionei antes, uma ou duas vezes por semana, ainda não posso é jogar com eles.

Marcus Eriksson e Devon van Oostrum (jogadores que tens defrontado nos Europeus e que também jogam em Espanha) têm sido integrados nas equipas seniores dos seus clubes. Achas que esse teu momento também irá chegar?
Espero que sim! Pagar a transferencia abre portas para esse tipo de oportunidades, muitos jogadores da EBA jogam acima na LEB Prata e um deles já treinou uma semana com os Seniores na ACB. Estou confiante que este ano ou então o ano que vem possa fazer uns treinos com a LEB Prata... para a ACB ainda falta um pouco, sou realista.

Como correu a experiência de participar no Basketball Without Borders?
Foi uma experiencia única! Gostei imenso, estar junto dos melhores jogadores da Europa da minha idade e poder competir e jogar contra eles é inesquecível. Vou ser sincero em dizer que no início do Campus estava nervoso, não arriscava muito nos jogos e não quis assumir muita responsabilidade em campo... mas no terceiro dia comecei a sentir-me mais relaxado e confiante e a partir de aí comecei a jogar bem, a querer mais a bola e a jogar um contra um com o meu defensor... O campus serviu para me comparar aos outros jogadores, ver onde estou no meu desenvolvimento, ver o que e que tenho que melhorar e no fundo ganhar confiança pelo facto de estar lá.

Depois de 4 dias a treinar e jogar com os melhores da tua geração, ficaste com a ideia de que podes jogar de igual para igual com todos eles, ou a distância é grande?
Havia jogadores muito bons, com muito talento! Mas também jogadores menos bons... Como disse na pergunta anterior, comecei nervoso mas no fim já fiquei com mais confiança. Quando comecei a jogar bem senti que podia jogar ao nível dos melhores do Campus. Havia jogadores melhores que eu lá, não vou mentir, mas consegui competir com eles. Então não digo que a distância seja grande, vi que estava no bom caminho e isso deu me confiança quando voltei para Espanha.

Como correu o 1º estágio com a Selecção Nacional de Sub18?
Para um primeiro estágio correu bem. Fizemos em equipa treinos muito bons e houve momentos de alto nível. O jogo de treino que fizemos no último dia não foi muito bom, é impossível avaliar o jogo de forma totalmente acertada já que o piso estava a escorregar de forma espantosa, nenhuma das equipas jogou no topo das suas capacidades... O número de quedas que houve, a lesão de um dos nossos jogares e as possíveis lesões que não aconteceram mas que estiveram quase lá tornaram o jogo difícil e pouco divertido. O que é uma pena, já que era uma equipa da Proliga. Gostaria de voltar a jogar mas em boas condições. E para mim um dos grandes pontos positivos do estágio foi a prestação dos jogadores de '94. Não gosto de dividir as selecções por idades, mas eu fiz porque é importante numa selecção a base de jogadores serem de segundo ano, mas que depois também haja um número indeterminado de jogadores de primeiro ano com talento e eu vi que isso temos. Faltaram alguns jogadores chave, estou curioso para ver como será esta selecção quando estiver completa.

Para finalizar: estás a chegar a uma fase determinante na tua carreira. Já tens objectivos bem definidos, e sabes qual o caminho a percorrer para lá chegar?
Sim, este ano é o ano decisivo, podia dizer. É o ano que decide se continuo no Fuenlabrada com a renovação do meu contrato por 2 anos mais, e decide em que liga jogarei se isso acontecer. O meu objectivo é continuar no Fuenlabrada, se isso não acontecer por alguma razão, quero continuar a jogar aqui em Madrid, mas sou flexível. O meu objectivo é a LEB Prata para a época 2011/2012, na minha opinião é alcançável, requer é trabalho.



publicado por gdestorilpraia às 19:00
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Morte de João Lachever deixa Estoril mais pobre
arquivo/teresa montserrat
n João Lachever faleceu ontem, aos 71 anos, vítima de doença prolongada, no Hospital de Cascais, onde se encontrava internado.
O mítico dirigente do Estoril nas décadas de 70, 80 e 90 esteve ligado à subida da equipa canarinha ao escalão principal do futebol português e foi sempre um acérrimo defensor do clube da Linha, e fervoroso adepto. De tal forma que num jogo da 3.ª eliminatória da Taça de Portugal da época 1978/79, frente ao FC Porto - que a sua equipa ganharia por 3-0 -, após o lance do segundo golo, apontado por Vitinha, não resistiu às emoções e sofreu mesmo um problema cardíaco no banco, tendo sido assistido no local.
Embora intransigente na defesa dos interesses do Estoril, João Lachever deixou um rasto de amizade entre todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele se cruzar.
Natural de Alcabideche, onde nasceu no dia 31 de maio de 1939, João António de Almeida Lachever ainda chegou a jogar na equipa do Estoril, embora sem nunca conseguir atingir grande expressão. E foi como dirigente - nomeadamente como responsável do departamento de futebol - que se tornou num dos símbolos mais importantes da história do clube ao nível do dirigismo.

Homenagem. Antes do encontro de hoje, entre o Estoril e o Feirense, marcado para as 15h30, na Amoreira, será respeitado um minuto de silêncio em memória do antigo dirigente canarinho. O corpo encontra-se na Igreja de Alcabideche e o funeral realiza-se hoje, às 16 horas, para o cemitério local. À família enlutada, Record apresenta sentidas condolências.
n


publicado por gdestorilpraia às 18:59
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
Conheça Tiago Ribeiro

Tiago Ribeiro, 36 anos, é responsável pela SAD do Estoril Praia e director da operação europeia da Traffic, um grupo brasileiro presente em todas as esferas do negócio futebol. Antigo basquetebolista, fanático pelo Palmeiras e neto de um agricultor transmontano, nasceu em S. Paulo, viveu em Oxford (onde se tornou fluente em inglês). Regressou ao Brasil para cursar Direito na Pontifícia, após o que voltou à Europa para fazer um mestrado e trabalhar em Paris. Agora, este nómada deitou âncora em Cascais onde tem uma missão: levar os canarinhos do Estoril de volta à primeira divisão 

 

Foi preciso verificar-se um estranho alinhamento daqueles acasos em que a vida é fértil para que Tiago Ribeiro (adepto doente do Palmeiras, advogado formado na Pontifícia de S. Paulo e pós graduado em Direito Desportivo em Paris), esteja instalado num gabinete junto ao Estádio António Coimbra da Mota, a comandar a SAD do Estoril na viagem de regresso à primeira liga – onde ele quer desembarcar já na próxima época.

Uma espécie de “cherchez la femme” de pernas para o ar (trocou a namorada parisiense por uma paulista), um casamento com o império Traffic Sports adiado mas finalmente realizado, e uma tragédia familiar são os principais ingredientes da história que deu uma volta de quase 360º na vida deste brasileiro nómada, cujas raízes transmontanas lhe dão o direito a usar o passaporte português.

Há exactamente sete anos, Tiago estava finalmente confortavelmente instalado no sofá da vida. Tinha 29 anos, habitava em Paris, tinha uma namorada francesa, com quem passava fins-de-semana na neve, e um emprego novinho em folha e excitante no Comité Organizador dos Mundiais de Atletismo de 2003 - quando o telefone lhe deu a maldita notícia: a irmã morrera prematuramente, com 24 anos, num acidente de viação.

Antes de atravessar o Atlântico para se juntar à família em S. Paulo, foi só marcar a passagem aérea e fazer as malas. Este regresso ao Brasil, acabou por determinar o resto da sua vida. Num jantar, conheceu a irmã da namorada do seu melhor amigo e foi coup de foudre. Nunca mais se largaram. Ele ainda voltou para Paris, onde se demorou apenas o tempo indispensável para romper com a fiancée francesa, empacotar os seus activos, despedir-se do emprego e apresentar a monografia final do mestrado em Direito Desportivo.

Tiago nasceu em 1974, numa família de origens mistas (portuguesa e italiana), que sempre honrou a costela lusitana  (na Páscoa havia sempre na mesa alheiras e bacalhau com fartura) que tem a origem directa no avô, José Lobo Ribeiro, um agricultor de Nogueira, Trás os Montes, que aos 16 anos resolveu deitar para trás da costas a miserável escravidão da terra e aventurar-se a fazer fortuna no país da árvore das patacas.

Como nove em cada dez portugueses emigrados no Brasil, o avô abriu uma padaria, início de um negócio que rapidamente prosperou, alargando-se ao fabrico de farelo, macarrão e outras pastas, talvez por influência da italiana com que casou. “A padaria do avô chamava-se O Garoto e era famosa em S. Paulo, pois foi a primeira a fazer entrega ao domicílio”, recorda o neto, que cresceu num lar onde as simpatias clubisticas se dividiam simetricamente entre o Corinthians e o Palmeiras.

Neste campo ele puxou ao pai, José Luis Franchini Ribeiro, que está agora aposentado após ter sido director da Globo durante mais de 30 anos. “Eu era fanático pelo Palmeiras. Chegou a ser doença, ao ponto de perder o sono e doer a barriga”, recorda o primeiro responsável pela SAD do Estoril Praia e director geral da Traffic Sports Europe, que em 1999 viajou até ao outro lado do mundo para assistir, no Estádio Olímpico de Tóquio, à derrota por 1-0 (golo de Roy Keane, aos 35 minutos) do seu Palmeiras, treinado por Scolari, frente a um Manchester United de Alex Ferguson, onde brilhavam David Beckham e Ryan Giggs.

O ponta de lança Jorginho, alcunhado de Cantinflas, foi um dos ídolos maiores de uma infância e adolescência marcadas pela míngua de títulos do seu Verdão, que depois de ter ganho o título paulista em 1976, tinha ele dois anos, só voltou a triunfar em 93, mas logo em dose dupla (foi bicampeão. “O Corinthians de Rivelino era muito forte”, reconhece, desfiando de seguida o nome de alguns dos craques do Palmeiras que lhe ficaram tatuados na memória – Evair, Edmundo, César Sampaio ….

Adorava desporto, mas não se contentou em ser apenas torcedor. Como era alto em criança, foi atraído pelo basquetebol, jogando a pivô em dois times: o Apolo Sports e o Cotia, até que aos 18 anos parou o crescimento e o seu 1m85 se revelou curto demais não só para a posição que ocupava em campo mas até mesmo para a modalidade.

Além disso, o basquetebol no Brasil não pagava e ele tinha de pensar no futuro. Influenciado pelas fitas de Indiana Jones, ainda sonhou tornar-se arqueólogo, devaneio que cedo esqueceu.

À sua decisão de ir para Direito não foi estranho o avô materno, ex-secretário de Estado de Jânio Quadros e uma figura marcante que lutou em 1932 na Revolução Paulista e integrou o Corpo Expedicionário Brasileiro que durante a II Guerra Mundial se cobriu de glória em Itália, em duras batalhas como Monte Casino.

Antes de começar o curso de Direito na Pontifícia Universidade de S. Paulo (PUC), houve tempo para se revelar o seu feitio nómada. Atravessou pela primeira vez o Atlântico, demorando-se quatro meses em Oxford.

Assim que se sentiu fluente em inglês, pegou na mochila, atravessou o canal da Mancha e vagabundeou pela Europa num périplo que o trouxe pela primeira vez a uma Lisboa (onde se aboletou em casa de Mário Prata, um amigo do pai da Globo que andava por cá a escrever novelas para a SIC) que em 1992 vivia as delícias da abertura do mercado único europeu e a prosperidade cavaquista financiada pelo Euromilhões de Bruxelas.

Apesar de não ser marrão (“Nunca fui muito de estudar, mas aprendo rápido e sempre fui bom de argumentação”), fez o curso com uma perna às costas, enquanto ganhava experiência, levando petições e trazendo formulários, e uns magros trocos (“o que eu ganhava não dava para pagar o estacionamento”) trabalhando em part time em escritórios de advogados.

Concluído o curso, em 1997, inscreveu-se na Ordem e começou a exercer num pequeno escritório artesanal, que sobrevivia de avenças de restaurantes e supermercados, numa rotina que lhe desagradava e apenas aguentou durante um ano e pico.

Na passagem do milénio já o encontramos em Paris a fazer um curso de especialização na área do Direito, parcialmente financiado por aulas de português que dava a quadros da Renault destacados para montarem uma fábrica de automóveis no Brasil – e por uns ganchos em feiras.

O primeiro clique decisivo na sua cabeça deu-se durante uma prova oral do curso. Ao vê-lo indeciso, a hesitar muito antes de lhe responder à pergunta sobre o que iria fazer a seguir, o professor colocou-lhe uma nova questão: “De que é que gosta?”.

A resposta era simples. Tiago ama o desporto. “Sou aquele tipo que se às três da manhã estiver a fazer zapping e tropeçar num torneio de badminton fica a assistir até ao fim”, explica. O passo seguinte foi conseguir ser o único estrangeiro a ser admitido no melhor mestrado de Direito e Economia do Desporto existente em França– que estava a concluir quando recebeu a notícia brutal da morte da irmã.

A readaptação ao Brasil não foi fácil. O pai proporcionou-lhe um almoço no Pandorô, em S. Paulo, com J.Hawilla, o dono da Traffic (que já era a principal empresa de marketing desportivo do Brasil, se bem que ainda não se dedicasse à transferência de futebolistas nem fosse proprietária de clubes) e seu velho amigo dos gloriosos tempos da Rede Globo. Mas a refeição não acabou a rimar com contratação.

Tiago estudou a legislação e regulamentação desportiva brasileira, antes de se lançar numa aventura empresarial, em parceria com o amigo Dinis Oliveira, a Usina do Esporte, firma que apostou no agenciamento de jovens futebolistas, mas cuja maior sucesso foi negociar a entrega a um tubarão dos direitos que tinha sobre Márcio Azevedo.

“O agenciamento de jogadores é uma área muito complicada no Brasil. Ou se tem dinheiro para investir ou se chafurda na lama”, declara Tiago, que era fluente em espanhol, italiano, francês e inglês, conhecia de cor a legislação e regulamentos desportivos de diversos países – mas não tinha os bolsos suficientemente fundos nem estava disposto a sujar-se na lama.

Farto de dar com os burrinhos na água, em 2007, o ano que nasceu o seu filho Leonardo, decidiu que era a hora de dar um basta. Estava já com a água pelo nariz, quando um amigo o levou para uma empresa do grupo Traffic, onde as suas qualidades eram necessárias e apreciadas. 

Não chegou a aquecer o lugar no Brasil. O grupo fundado por J. Hawilla, que já tinha um pé nos Estados Unidos (onde é dono do Miami FC), queria estabelecer em Portugal uma testa de ponte para a sua actividade na Europa e quem melhor que Tiago, neto de um transmontano, para enviar com esta missão para este lado do Atlântico?

A Traffic ainda olhou para o Boavista e para o Belenenses, antes de decidir apostar as suas fichas no Estoril. A desvantagem de estar na 2º liga era compensada pelo facto de se tratar de uma SAD controlada por uma empresa (a João Lagos) e não por um clube ou município.

Tiago Ribeiro entrou com cuidado, fazendo um contrato de gestão da equipa de futebol durante duas épocas, com opção de compra. Os primeiros tempos foram complicados. “O ano passado iniciamos a pré-época com cinco jogadores…”, recorda. Apesar da época de estreia ter sido atribulada (o Estoril acabou em 11º mas esteve em riscos de descer), a Traffic resolveu exercer a opção de compra.

Esta época, o início está a ser bem mais risonho. Sob o comando de Vinicius Eutrópio (que enquanto técnico passou pelo Atlético Paranense, Fluminense, Ituano e Grémio Prudente) e reforçado por futebolistas da carteira da Traffic (como Paulo Sérgio, ex-Flamengo, Jefferson, ex-Palmeiras, ou Tony Taylor, ex-Miami), o Estoril Praia está no 2º lugar da Liga Orangina ao cabo de quatro jornadas.

“Viemos para ficar. Ainda há muito trabalho a fazer. Temos de estabelecer boas relações com o clube e começar a absorver jogadores da sua formação. Este ano estamos com uma assistência média de 600 pessoas, que é o dobro do ano passado, mas cada jogo ainda é prejuízo. Não temos o apoio da autarquia e estamos a estabelecer os laços com a comunidade. Mas não desistiremos. Viemos para ficar”, diz a concluir este paulista que se declara português, faz questão de notar que o Estoril joga com tantos portugueses como o Benfica e não tem mais brasileiros que o Braga ou o Maritimo – e está convencido que no final da época o seu Estoril está de regresso aos grandes.

Jorge Fiel

Esta matéria foi hoje publicada em O Jogo




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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Canários Americanos - Garza e Gale nos Sub-20!

CHICAGO (Dec. 22, 2010) – U.S. Under-20 Men’s National Team head coach Thomas Rongen has finalized a 25-player roster for the upcoming training camp to be held from Jan. 2-13 in Ft. Lauderdale, Fla.

Fourteen players return from the team’s most recent training camp that included a pair of wins against Canada in Sunrise, Fla., including Joe Gyau, who netted three goals in the Dec. 18 game versus Canada.

Gyau, who plays for Hoffenheim, is one of three players on the roster who play professionally in Germany. Forward Bobby Wood plays for 1860 Munich and midfielder Fabian Huerzeler, who will be in his first U.S. camp at any level, plays for Bayern Munich. There will also be three players who play in England: Derby County’s Conor Doyle, West Ham United’s Sebastian Lletget and Ipswich Town goalkeeper Cody Cropper. In all, 10 players will be traveling to Ft. Lauderdale from Europe.

Four Major League Soccer clubs will be represented, including a pair of D.C. United players in Conor Shanosky and Ethan White. FC Dallas defender Moises Hernandez will be making his first appearance in a U.S. U-20 MNT camp since December 2009, while goalkeeper Brian Sylvestre will come from the Vancouver Whitecaps youth program. New York Red Bulls forward Juan Agudelo will participate with the U-20s until Jan. 6, and then fly to Carson, Calif., to join the Men’s National Team training camp at The Home Depot Center.

Including the four Homegrown players who signed directly from MLS Academies to the first team – Shanosky, White. Hernandez and Agudelo – there are 13 players who were part of the U.S. Soccer Development Academy. Midfielder Dillon Powers was named the 2008-09 U-17/18 Player of the Year for Andromeda and Kelyn Rowe played in two championship games in 2009 and 2010 with Crossfire Premier. Seven players on the roster signed professional contracts directly from their Academy club.

U.S. U-20 MNT Roster by Position
GOALKEEPERS (3): Cody Cropper (Ipswich Town; Athens, Ga.), Zac MacMath (Maryland; St. Petersburg, Fla.), Brian Sylvestre (Vancouver Whitecaps FC; Hollywood, Fla.)
DEFENDERS (9): Gale Agbossoumonde (GD Estoril Praia; Syracuse, N.Y.), Greg Garza (GD Estoril Praia; Grapevine, Texas), Moises Hernandez (FC Dallas; Dallas, Texas), Sacir Hot (Boston College; Fair Lawn, N.J.), Sebastian Ibeagha (Duke; Missouri City, Texas), Perry Kitchen (Akron; Indianapaolis, Ind.), Zarek Valentin (Akron; Lancaster, Pa.), Korey Veeder (Out of Contract; St. Petersburg, Fla.), Ethan White (D.C. United; Kensington, Md.)
MIDFIELDERS (9): Joe Gyau (Hoffenheim; Silver Spring, Md.), Fabian Huerzeler (Bayern Munich; Munich, Germany), Sebastian Lletget (West Ham United; San Francisco, Calif.), Alex Molano (Dinamo Zagreb; Grapevine, Texas), Moises Orozco (Tigres; Oxnard, Calif.), Dillon Powers (Notre Dame; Plano, Texas), Kelyn Rowe (UCLA; Newport Beach, Calif.), Conor Shanosky (D.C. United; Sterling, Va.), Alex Zahavi (Maccabi Haifa; Los Angeles, Calif.)
FORWARDS (4): Juan Agudelo (New York Red Bulls; Barnegat, N.J.), Conor Doyle (Derby County; McKinney, Texas), Omar Salgado (unattached; El Paso, Texas), Bobby Wood (1860 Munich; Irvine, Calif.)

 

Fonte: http://www.ussoccer.com/News/U-20-MNT/2010/12/U20-MNT-head-coach-Thomas-Rongen-Finalizes-Roster-for-Jan-Camp.aspx



publicado por gdestorilpraia às 17:35
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